Caso 295

Enunciado

Paciente do sexo masculino, 33 anos, procura atendimento oftalmológico por perda da acuidade visual progressiva, no campo temporal do olho direito há 15 dias. Refere episódios de cefaleia hemicraniana esquerda iniciados há cerca de quatro anos e perda de libido. Solicitada propedêutica laboratorial, que revelou TSH: 1,850 UI/mL (VR: 0,465 a 4,680), testosterona total: 92 ng/dL (VR: 132 a 813), prolactina: 7111 ng/mL (VR: 3,7 a 17,9), FSH: 2,25 mUI/mL (VR: 1,55 a 9,74), LH: 1,97 mUI/mL (VR: 0,82 a 6,22) e cortisol basal: 12,3 µg/dL (VR: 4,46 a 22,7) e ressonância magnética (RM) de encéfalo (apresentada).

Imagem 1: Ressonância magnética de encéfalo, ponderada em T2, corte coronal, nível selar e suprasselar, sem injeção intravenosa de meio de contraste paramagnético (gadolínio).

Imagem 2: Ressonância magnética de encéfalo, ponderada em T2, corte coronal, nível selar e suprasselar, sem injeção intravenosa de meio de contraste paramagnético (gadolínio).

Imagem 3: Ressonância magnética de encéfalo, ponderada em T1, corte axial, ní­vel suprasselar, após injeção intravenosa de meio de contraste paramagnético (gadolínio).


Pergunta:
Com base no quadro clí­nico do paciente e nos resultados da propedêutica complementar, o diagnóstico mais provável é:

Questão de Prova

Pergunta:
(Residência Médica - UFPR - 2008) Qual o adenoma de hipófise mais frequente e qual a orientação terapêutica inicial mais utilizada?

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